Entenda como funciona o processo de inventário e conte com apoio jurídico especializado neste momento tão delicado
A perda de um ente querido é um momento de dor, luto e, muitas vezes, de confusão. Em meio a tantas emoções, surgem também responsabilidades legais que precisam ser resolvidas — e o inventário é uma das mais importantes.
Seja para famílias, herdeiros ou empresas que perderam um sócio, entender como funciona o inventário pode evitar problemas futuros e garantir a segurança patrimonial de todos os envolvidos.
O que é inventário?
O inventário é o procedimento legal que organiza a partilha dos bens, direitos e dívidas de uma pessoa falecida. Ele é essencial para garantir que o patrimônio seja transferido corretamente aos herdeiros, com base na lei ou em um testamento.
Quais são os tipos de inventário?
1. Inventário judicial
O inventário judicial é realizado por meio da Justiça e é obrigatório quando:
- Há herdeiros menores de idade ou incapazes;
- Existe algum desacordo entre os herdeiros;
- Há um testamento não homologado judicialmente;
- A situação é mais complexa e exige intervenção judicial.
Apesar de mais demorado, o inventário judicial oferece mais segurança jurídica em casos de conflitos ou situações delicadas.
2. Inventário extrajudicial (em cartório)
O inventário extrajudicial, também conhecido como inventário em cartório, é mais rápido e menos burocrático. Ele pode ser feito quando:
- Todos os herdeiros são maiores e capazes;
- Existe consenso entre os envolvidos;
- Não há testamento (ou ele já foi validado judicialmente).
Neste caso, o procedimento é feito diretamente no cartório, com a obrigatória presença de um advogado para representar os herdeiros.
Qual o prazo para fazer um inventário?
De acordo com o Código de Processo Civil, o inventário deve ser iniciado em até 60 dias após o falecimento. Caso esse prazo não seja respeitado, pode haver multa sobre o ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação).
Por isso, é fundamental buscar orientação jurídica logo após o óbito — mesmo que o momento emocional seja difícil.
Inventário de bens empresariais: como funciona?
Além das famílias, empresas também podem precisar abrir um inventário quando sócios falecem e deixam bens no nome da pessoa jurídica ou participação societária.
Nestes casos, um inventário bem orientado evita conflitos societários, protege os interesses da empresa e garante a continuidade das atividades sem riscos legais.
Como nosso escritório pode te ajudar
No nosso escritório, entendemos que o inventário não é apenas um processo jurídico — é um processo humano. Cada história, cada família, cada empresa tem sua própria realidade. Por isso, atuamos com:
- Acolhimento e escuta ativa;
- Análise completa do caso, com atenção aos detalhes;
- Orientação clara sobre inventário judicial ou extrajudicial;
- Redução de conflitos e busca por soluções consensuais;
- Agilidade e segurança na documentação;
- Apoio integral desde o primeiro contato até a finalização.
Tem dúvidas sobre inventário? Fale com a gente
Se você perdeu um familiar, um sócio ou precisa entender como funciona o processo de inventário, não está sozinho.
Estamos aqui para te orientar, com empatia, respeito e o compromisso de facilitar esse momento tão desafiador.
Entre em contato com nosso time e descubra como podemos ajudar você — com segurança jurídica e cuidado humano.
